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Podcast The Walking Dead # 04 - "Vatos"



Galera reunida mais uma vez pra falar do episódio 04, cujo título: "Vatos" deixou muita gente com uma interrogação na cabeça...
A direção dessa vez foi de Johan Renck e roteiro do próprio Robert Kirkman

E aqui na Masmorra, Angélica Hellish e Marcos Noriega receberam Mau Faccio do Site do Mau e do Radiofobia, Toopera do Visão Histórica, que trouxe seu colaborador Pablito Lopes do Bar do Nerd e nossa amiga Thata Poa que fizeram suas especulações e nos passaram suas impressões sobre ese episódio emocionante!
Abraços e nosso agradecimento ao Barão que fez essa bela arte do banner pra gente!

E você ouvinte, o que achou de "Vatos" ?
Comenta aí!
Abraços e até o próximo episódio!

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

Donwload do Episódio no Filmes com Legenda

Clique aqui e leia os quadrinhos on line!

Nosso email:contato.cinemasmorra@gmail.com
Twitter: @Masmorra_Cast



PARA OUVIR AQUI NO BLOG, CLIQUE NO PLAYER ABAIXO.SE QUISER FAZER DOWNLOAD, CLIQUE AQUI


Links interessantes:
Tumblr Fuck yeah - sobre The Walking Dead
Walkers Brasil - Entrevistas, notícias tudo sobre a série visitem, é bem legal!
Sneack Peek do próximo episódio, legendado.

Filminho criado por uma ouvinte nossa, baseado na minha idéia maluca da música " Fome Come" do Palavra Cantada :

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Paranaense nascido nos anos 70, Eliazer Raizel � fundador do Templates para Blogger e residente em Londres - Inglaterra. Tamb�m � professor de Teologia pela Universidade JWBible College em Londres, Agente de Viagens e no tempo que sobra durante as muitas atividades � Blogueiro

11 comentários:

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Podcast The Walking Dead # 03 Fale isso pras rãs...



Mais uma vez nos reunimos pra falar da série The Walking Dead, dar nossa opinião sobre o terceiro episódio que tem a direção de Gwyneth Horder-Payton e roteirizado por Frank Darabont, Charles H. Eglee, Jack LoGiudice.
Angélica Hellish e Marcos Noriega receberam na Masmorra Touroman do Filmes com Legenda, Toscochanchada, Jerimum Beta e Pauta Livre News e Noise, Rod Reis dos podcasts Papo de Artista e Mundo Rod, Camis Barbieri do Seriadores Anônimos, Pablo Lopes o "Orfão" do Visão Histórica e do Bar do Nerd e Hugo Soares do Filmes com Legenda e do Capas Customizadas.
E você o que achou desse episódio?
Houve queda em qualidade? Explique!
Faça sua pergunta nos comentários direcionada à uma pessoa específica do podcast ( quem sabe assim esse pessoal responde,né?)
Abraços e até o próximo episódio!

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

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Links interessantes:

Olhem só que divertidas as imagens que o Ricardo Ferro enviou pra gente!
Valeu Ricardo!


- Sobre a exibição com cortes da FOX (a AMC exibiu sem cortes)
- O delivery para zumbis:
- Sobre a trairagem do colega policial

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Ministério da Justiça deverá modificar regras da classificação indicativa


O Ministério da Justiça (MJ) estuda elaborar uma única portaria para a classificação indicativa da TV. O órgão irá abrir nessa quinta-feira (18/11/2010) uma consulta pública na internet para definir novas normas a partir das opiniões dos telespectadores.

A pesquisa ficará aberta na internet durante 30 dias. Atualmente, existem cinco portarias sobre o assunto, que possuem vários pontos contraditórios. Um dos temas abordados será a “violência fantasiosa”, no qual será apresentado um vídeo do desenho animado “Pica-Pau”, exibido atualmente pela Record. Os internautas poderão expressar sua opinião sobre a classificação que deve ser imposta a programas com esse tipo de temática, através do espaço de comentários, que será disponibilizado pelo MJ.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, o secretário Nacional de Justiça, Pedro Abramovay, revelou que também pretende discutir as faixas horárias de classificação e que a consulta conta com o aval das emissoras. “Será que é preciso faixas etárias tão estreitas? Será que dá para ter menos faixas horárias? Queremos chegar num ponto em que a proteção à criança e ao adolescente não fira a liberdade de expressão”, disse. Além do site, o MJ também levará a discussão sobre o tema para as redes sociais com o Twitter. A previsão é de que a nova portaria entre em vigor ainda este ano.
Site do Ministério da Justiça
O você, o que pensa da classificação indicativa no Brasil, para televisão, filmes e séries?
Vamos usar esse espaço de comentários para um bom debate!
Não esqueça de visitar o site do Ministério da Justiça e opinar.

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Da série: Gravei um podcast sobre, e esqueci!Episódio 1 - Epitaph ( Gidam ) Coreia do Sul, 2007



Em Outubro de 1979, o Hospital Anseong está prestes a ser demolido.O Dr. Park Jeong-nam (Jeong) revê um álbum de fotografias resgatado do edifício, e as imagens reavivam-lhe memórias do passado, transportando-o a quatro estranhos dias de Fevereiro de 1942, altura em que era estagiário naquele hospital. Sobrepõem-se três histórias, confluindo para o necrotério.
A primeira, parte do cadáver de uma jovem que se suicidou (Yeo); a segunda, concentra-se numa criança traumatizada, única sobrevivente de um acidente que vitimou toda a família (Go); e a última, num casal de cirurgiões (Kim Tae-wu e Kim Bo-gyeong).











O cinema de terror coreano tem trazido ocasionais propostas interessantes.
Ainda hoje é comum referirem-se «Memento Mori» (1999) e «A Tale of Two Sisters» (2003) como os melhores filmes de terror produzidos na Coreia do Sul nos últimos anos, dada a falta de títulos fortes.
«Epitaph» poderia yer dado errado, tendo em conta o ponto de partida de uma estrutura narrativa pós-moderna, que começa no “presente”, 1979, vai até um dia de 1942 e depois apresenta três histórias – interligadas e sobre o mesmo cenário, o Hospital Anseong – em ordem cronológica invertida. Quando a primeira termina, uma legenda anuncia: “Um dia antes”.
No entanto, esta opção narrativa não é apenas desejo de fundir nossa cuca por dos realizadores.
Na medida em que a inversão da cronologia natural não pretende explicar ou rever elementos já apresentados, assinala o início de narrativas que são, afinal de contas, paralelas às que se apresentam depois.



Algumas opções de montagem podem parecer estranhas ou, no mínimo, irregulares.
As personagens centrais à segunda e terceira história são como que removidas da história antes de chegar a altura de entrarem em cena.
Quando avançamos na narrativa, esses momentos são contextualizados com a presença dos que antes estavam escondidos.
A divisão em três capítulos, se assim se pode dizer, quase sugere estarmos perante um filme por segmentos, mas mantém-se a unicidade narrativa centrada na personagem de Jeong-nam (interpretado por Jin Gu, quando jovem), que abre e encerra o filme em 1979 e está presente na acção situada 37 anos atrás, ainda que seja a personagem central de apenas uma das histórias.
Os fantasmas marcam presença, sendo a característica mais saliente do filme – se o quisermos categorizar num sub-género do terror – , mas existe também uma vertente de assassínio em série, a desenvolver no segmento final.


Ainda que a ação decorra em épocas importantes da história recente da Coreia, as características dos períodos não são essenciais em termos narrativos, sendo inclusive tratadas com casualidade. A história inicia-se em Outubro de 1979, no mesmo mês em que o ditador Park Chung-hee [Park Jeong-hui] foi assassinado, e é reencaminhada para uma altura em que o país estava sob o domínio do Japão.
Apesar de uma das linhas narrativas envolver um assassino em série que, aparentemente, tem como alvo apenas soldados japoneses, não existe intenção expressa de vincar noções de patriotismo nem personagem alguma insinua, sequer, desejo de resistência face à potência ocupadora. Mais do que isso, Akiyama (Kim Eung-su), o oficial japonês que investiga os homicídios, é a face da Lei e uma figura do Bem.

Apesar da “casualidade” narrativa, não há inocência dos realizadores (e roteiristas) ao situarem um filme de horror em duas épocas da História recente da Coréia em que a liberdade da população esteve cerceada – primeiro, pela ocupação de uma potência estrangeira que procurou a aculturação da população ocupada, patente, por exemplo, na obrigação da utilização de nomes japoneses por parte dos cidadãos coreanos; depois, pelo regime ditatorial de Park, que continuaria com Chun Du-hwan até 1988.

No seu primeiro longa-metragem, os Irmãos Jeong demonstraram segurança e domínio da linguagem de género, evitando enveredar por caminhos previsíveis.
A componente visual, sobretudo a nível da composição, é também marcante, com algumas imagens muito belas, incluindo a ilustração de sonhos e visões. Poderá surpreender que, tal como os realizadores, também o compositor e o diretor de fotografia, Yun Nam-ju, não tenham créditos anteriores em longas-metragens.
Juntam-se dois ou três momentos realmente arrepiantes e eis que temos um filme de terror que não se pode deixar de recomendar aos fãs do género.


Gidam [Epitaph] (Clique aqui, e assista o trailer)
기담
Realizado por Irmãos Jeong [Jeong Sik & Jeong Beom-sik]
Coreia do Sul, 2007 Cor – 107 min.
Com: Kim Tae-wu, Kim Bo-gyeong, Lee Dong-gyu, Jin Gu, Go Ju-yeon, Kim Eung-su, Ye Su-jeong, Yeo Ji, Jeong Ji-an, Choi Jae-hwan; Participações especiais: Jeon Mu-song, Park Ji-a, David Lee McInnics, Eom Ji-won
Gênero: Drama/Horror/Crime

Download do filme no Asian Space
Download do filme no AcheDownloads.com

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Batendo papo na Masmorra # 13 - O que assistimos ultimamente...



Masmorra lotada!
Neste episódio, Angélica Hellish, Touroman, Daniel, Ivan Motosserra, Bocão, Sr. Seu Panda e Rodrigo do Quarto Sinistro conversaram sobre filmes como: O Homem que era o Super Homem, Aposentados Extremamente Perigosos, Highlander, Jogos Mortais 3D, A Fortaleza, Segurança Nacional, Aconteceu em Woodstock, Dançando no Escuro e séries como: Dexter, True Blood, Ondurama: Blood Monday (série japonesa), Breaking Bad, Arrested Development, Boardwalk Empire, Hentai Ogenki Clinic.
E mais: Judeu + Machista + Dançarino de Axé ( adivinhe quem é? ),Trabalho de Redação(?) do Ivan Motossera- veja que lindo!,
A linda HQ Maus, gente aparecendo no final só pra dar tchau, tumultuar e fazer jabá, D.R. entre homens, Fernandinho Beira-Mar no serviço de proteção às testemunhas, promessas de exclusões seguidas de pedidos de perdão... Ou seja, podcast bem mais ou menos, quase uma bosta!
E você ouvinte?
O que tem assistido? Comenta aí!

Nosso email:contato.cinemasmorra@gmail.com
Twitter: @Masmorra_Cast


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Músicas tocadas no podcast:


Alice Cooper – Hey Stoopid
Rush – Spirit Of The Radio
Green Jello – Little Pig, Little Pig
Blind Guardian – The Script For My Requiem
The B52’s – Private Idaho
Extreme – Sex n’Love
David Bowie – Ziggy Stardust
Funk Brothers – Reach Out
Steve Vai – Bad Horsie
Toy Dolls – Living La Vida Loca
Van halen – Ain’t Talki’n Bout Love
Black Crowes – Remedy
Gogol Bordello – Wonderlust King
The Doors - Break on Trough
Stealers Wheel - Stuck in the Middle With You
Smoke on The Water – Performance do Metallica
Nos Extras – Brasil Heavy Metal ( movimento interessante, mas mega vexamimoso pooorra!)

A melhor descrição no Orkut, ever! A do Ivan Motosserra Texto abaixo:

Isso aqui pode contar um pouco sobre:

SÓ PODE HAVER UM!!
eu sou o DARK NERD
sou um bárbaro gentil
sou o novo Corisco
eu sou o maior anão da terra media!
Mr. Tambourine man
eu sou Xeque Mate, pai
se você juntar o homer+bart+cara dos quadrinhos+krusty+disco stu= ivan
sou o hannibal que não é antropofago ainda.
sou o taxi driver contido
sou o touro indomavel de salvador.
sou um bárbaro gentil
sou um brucutu que gosta de coisas bonitas.
sou como o batman, só preciso de um dia dificil.
sou a personificação do ``aqui esta o johnny´´
sou seu melhor sonho ou seu pior pesadelo.
sou um cabra da peste.
sou o gaiato, só não fui pra guerra.
sou o frank castle, mas não pirei ainda.
não sou o lobo mas sou maioral
sou aquele engraçaralho nerd que faz piadas de cunteudo culto.
sou aquele brigão que dificilmente ficarei chateado
sou aquele beberrão divertido e filosofo.
sou um piromaniaco maniaco.
eu sou continuo sim.
eu não sou o loirinho, mas eu atiro na corda como ninguem.
eu não sou o T800, mas venha comigo se quiser viver.
eu não sou o tony montana, mas venha dar um ``olá´´ para o meu amiguinho.
sou o 03, meu capitão!
eu sou a visão do STEVIE WONDER.
eu sou o capitão nascimento de rivendell.
eu não sou escudo de carvalho, mas sou um anão arretado.
eu sou ivan, o cimerio, eu não choro então choram por mim.
eu sou McGyver!
eu sou a figurinha carimbada do seu album
eu sou um replicante
eu sou crom
eu sou o anão mais alto da terra media
eu sou seu pai
eu sou um vulcano
eu sou um klingon
eu sou um jadi ou seria do lado negro da força?
eu sou o tony manero next generation
eu sou ivan, o cimerio
ivan, um lutador.
ivan pamponet, missão comprida
eu sou o motosserra
eu sou um don, mas não sou corleone
eu sou o bom, não sou o mal e nem sou o feio
sou estranho, mas tenho nome
minhas garras não são de adamantium e eu não tenho o simbionte
eu sou o cruzado encapusado
eu sou homem, mas não sou morcego
eu sou o ivan e tem quem diga que sou terrivel
eu não sou punk, mas queria ser o dirty
eu sou a cura
eu sou o pirato do montilla
eu sou o espartano numero 135
eu sou o escocês que só pode haver um
eu sou como o highlander
eu moro no lado azul da lua vizinho ao pink floyd
eu sou o amigo de zequinha
eu sou ivan pamponet suzart neto
eu sou o ``moto´´ e outros mais
eu sou eu e você é você.
ta todomundo sumpimpa e então viva
sou Hebur, o bravo, irmão de fasil filho de Glorin , o simples, filho de Lufur filho de Foili
eu sou Meroim Goodbody de Nobottle
eu sou Dwniver Undómiel
eu sou Renvan Turambar
eu sou Gorthaur Tintallë
sou simplesmente complexo
sou um cara simples ou não

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8 comentários:

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Podcast The Walking Dead # 02 Triiipas!!!



" No Guts, No Glory!"
Episódio 2 da série The Walking Dead assistido!Quadrinhos conferidos!
Então Angélica Hellish, Sr. Seu Panda, Touroman, Barão e Marcos Noriega juntaram-se para trocar suas impressões e especulações sobre a série e esse episódio cheio de ação e gore!
Comente!
Nós responderemos na própria seção de comentários.
Só não será respondido quem comentar como anônimo!Identifique-se zombie!

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

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13 comentários:

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MR VAMPIRE - Pare tudo que está fazendo, abra a janela da sua casa e grite bem alto: “Ricky Lau é o cara!”


Isso! Grite sem medo! O quê? Você não tem a mínima idéia de quem seja Ricky Lau? Nem eu tinha, até conhecer sua obra seminal, o filme chinês “Mr. Vampire” de 1985. E quando terminei de assistir, a vontade foi essa mesma de sair gritando aos quatro cantos o quanto o filme é genial e divertido!

Mr. Vampire começa mostrando o dia-a-dia de um templo chinês onde o monge taoísta, Mestre Kau (Lam Ching Ying, que praticamente alcançou o estrelato e reprisou o personagem nas continuações e em diversos filmes) está tentando desfazer uma confusão causada pelos seus alunos: Man Choi (o hilário Ricky Hui, que iria flertar com o sobrenatural novamente em “A Farra do Demônio” de John Woo!) e Chou (o talentoso Chin Siu Ho).
Pois os energúmenos conseguiram acordar um bando de vampiros/zumbis chineses que estavam dormentes e arrumam uma confusão no templo.
Antes de prosseguir, apague todas as referências de vampiros e zumbis que você tem! Nada de zumbis antropófagos que se movem lentamente como os dos filmes de George Romero ou aqueles vampiros aristocratas dos livros de Anne Rice. Os vampiros/zumbis chineses usam roupas da dinastia Manchu, têm a pele pálida e se movimentam com os braços esticados e dando saltinhos!
Mas nem por isso deixam de ser perigosos! E olha que eles são bem fortes! E lutam kung fu!



Na China eles não são chamados de vampiros ou zumbis e sim de Jiang Shi. Esses tais vampiros/zumbis têm uma aparência monstruosa, e transformam em Jiang Shi qualquer pessoa que matem seja através de suas longas unhas azuis ou por mordidas.
E detalhe interessantíssimo é que não enxergam, mas conseguem encontrar os humanos seguindo a respiração destes (o que gera diversas gags engraçadíssimas durante o filme)
Após a crise do templo estar solucionada, mestre Kau é contratado por um figurão local, o Sr. Yam (Ha Huang) para realizar um re-enterro de seu pai, pois há uns vinte anos um vidente disse ao tal figurão que o pai deste deveria ser enterrado num caixão em pé, pois isso iria trazer grande sorte e prosperidade na vida e nos negócios da família.
Mas como aparentemente a dica do vidente não deu certo, e com sua família indo à falência, Sr. Yam contrata o Mestre pra fazer o tal ritual para desfazer assim o “mal olhado”. Mas ao abrirem a sepultura do falecido, todos se assustam ao constatar que o morto estava semi-transformado em vampiro com unhas grandes e com o rosto pouco deteriorado apesar dos vinte anos de sua morte. Mestre Kau decide levar o corpo para o templo pra tentar “exorcizá-lo” do mal. Só que em como todo bom filme fantástico o tal vampiro escapa e arruma um escarcéu durante todo o filme!


O tal vampiro então vai atrás de seu “filho”, Sr. Yam e o mata. Devido a uma série de mal entendidos quem acaba sendo preso é o mestre Kau e na cadeia, prepare-se para a criativa e hilária seqüência de ação e comédia protagonizada pelo mestre Ko, seu discípulo Chou, e do incompetente delegado (o engraçadíssimo Billy Lau) ao se depararem com o cadáver renascido do Sr. Yam. Essa seqüência deveria figurar em uma das mais engraçadas, criativas e originais do Cinema!


Após darem cabo do ressurecto Sr. Yam (o único jeito de matar jiang shis é os queimando, lembrem disso caso encontrem algum por aí...) , e com o mal entendido resolvido e o mestre Kau solto, os humanos decidem caçar o tal vampiro e o acham na casa da filha do Sr. Yam, Ting-Ting (a gatinha Moon Lee que se tornaria estrela dos filmes de pancadaria e aqui está novinha e fazendo um papel sem ação). Quem está lá “protegendo” a filha do Sr. Yam e por tabela “neta” do tal vampirão assassino é o não menos incompetente Man Choi. Após uma breve luta com o vampiro, Mestre Kau e Chou o acabam derrotando fazendo-o fugir para a floresta, mas Man Choi foi mordido e em breve poderá se tornar um jiang shi!


Paralelamente a isso há uma subtrama de uma fantasma (a bela Pauline Wong) que durante uma noite decide atormentar Chou e o acaba enfeitiçando para que ele a ame. A apresentação da fantasma no filme é memorável! Ela está viajando naquelas “arcas” sendo carregada por quatro espíritos de rosto branco e bochechas vermelhas que cantam uma canção ótima que gruda na cabeça que é uma beleza (inclusive a tal canção foi indicada ao “Oscar” chinês de melhor canção na época).
A bela Fantasma aos poucos vai enfeitiçando Chou, até que mestre Kau percebe e decide por um fim nisto, já que a fantasma estava drenando energia do rapaz aos poucos. É aí que Mr. Vampire traz mais uma seqüência memorável: a luta da fantasma e de mestre Kau! E não exagero,é uma verdadeira AULA de Cinema!
Uma seqüência inteira com efeitos especiais feitos em sua maioria por cortes de câmera, e novamente do jeito mais louco que poderíamos imaginar. Em tempos de cineastas preguiçosos que usam CGI a torto e a direito até pra fazer uma folha de papel voar, ver essa seqüência como a de Mr. Vampire feita de modo artesanal (e com resultado perfeito) é de fazer abrir um sorriso no rosto.



Mr. Vampire é um daqueles filmes que, pelo menos pra mim, me deixa feliz durante uma semana e me faz sempre colocá-lo no DVD pra rever as melhores cenas. Mesmo que não seja o primeiro filme chinês a misturar terror, comédia e artes marciais, Mr. Vampire foi um dos mais populares.
Foi produzido por Sammo Hung que cinco anos antes tinha estrelado o também clássico Encounters of Spooky Kind (ou Spooky Encounters) que também trazia feitiçaria, zumbis e fantasmas, mas nada tão louco e anárquico como em Mr. Vampire. Mas em termos de comparação Mr. Vampire foi muito mais bem sucedido nas bilheterias do que Spooky Encounters, tanto que gerou 4 continuações e vários filmes “bastardos”, ou seja, continuações não-oficiais que surgiram pra abocanhar essa fatia do mercado que adorou a mistureba de artes marciais e fantasmas.
O ator Lam Ching Ying (infelizmente falecido em 1997, de câncer no fígado) inclusive atuou nas seqüências e em vários desses filmes bastardos, sendo que quase sempre como o mesmo tipo de personagem. Os produtores trocavam o nome do personagem mas a caracterização era a mesma. Cabelos grisalhos, “monocelha” e vários apetrechos para caçar fantasmas e rituais dos mais bizarros possíveis.
Essa é uma das coisas mais legais de Mr. Vampire, os diversos rituais e “mandingas” do mestre Kau para acabar com os fantasmas e vampiros. São rituais curiosíssimos e muito criativos que só deixam o filme mais legal. Por exemplo para combatê-los pode ser com feitiços escritos com sangue de galinha numa folha de papel ou ainda com uma espada feita de moedas e “energizada” com a luz da lua, ou ainda com o baguá (aquele espelho taoísta), dentre outros feitiços. E se vocês estão cansados das regras para derrotar os fantasmas e vampiros ocidentais, Mr. Vampire será uma surpresa pois apresenta a riquíssima mitologia chinesa.



O diretor Ricky Lau não se livrou do estigma de kung fu+fantasmas e a maoria de sua filmografia é de filmes nesse estilo (o que me deu vontade de colecionar toda a filmografia do sujeito). Além das seqüências de Mr. Vampire ainda tem a segunda parte de Spooky Encounters. A excepcional coreografia de lutas ficou a cargo do ator Lam Ching Ying e do veterano Yuen Wah (para a nova geração ele pode ser visto como o dono da vila em “Kung FuSão” de Stephen Chow) que inclusive interpreta o vampiro.
Não preciso dizer que essa maravilha nem sequer deu as caras no Brasil. O único jeito de conseguir é importanto o DVD que está até bem barato, uma média de 9 dólares nos sites internacionais do ramo. Mas, se tiver paciência pode ver o filme completo pelo Youtube dividido em diversas partes. Então não perca tempo, se quiser passar uma hora e meia se divertindo com um dos mais memoráveis, criativos e loucos filmes fantásticos chineses arrume agora Mr. Vampire! E não se esqueça de dar aquele gritão da janela após assisti-lo.
Texto de Bruno C. Martino do site Boca do Inferno



MR. VAMPIRE (Geung Si Sin Sang, Hong Kong, 1985). Duração: 96 minutos.
Direção: Ricky Lau
Roteiro: Ricky Lau, Chuek-Hon Szeto (Roy Szeto), Barry Wong, Ying Wong
Fotografia: Peter Ngor Trilha Sonora: Melody Bank
Produção: Mun Kai-Ko
Produção Executiva: Sammo Hung Fotografia: Peter Ngor
Trilha Sonora: Melody Bank
Direção de Arte: Sai Kan Lan
Efeitos Especiais: Jap-hung Chan, Wai-kok Dun
Edição: Cheung Yiu Chung
Elenco: Lam Ching Ying (Mestre Kau); Chin Siu Ho (Chou); Ricky Hui (Man Choi); Moon Lee (Ting-Ting); Billy Lau (delegado Wai); Pauline Wong (Jade/Fantasma); Anthony Chan (Mestre Taoísta), Yuen Wah (Vampiro), Ha Huang (Sr. Yam), Wu Ma (Vendedor de Arroz)

Trailer
Torrent legendas disponíveis no Legendas Divx

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Miller´s Crossing - O filme rejeitado dos Coen

Não sou muito fã dos Irmãos Coen, tanto que consigo citar de cabeça apenas uns três filmes deles. Recentemente me deparei com "Miller´s Crossing", o filme de máfia dos Coen. Como a temática é interessante resolvi assistí-lo em sábado daqueles em que você acorda mais tarde que o costume.

Temos ali Gabriel Byrne no papel de anti-herói, é um capanga sagaz do chefão irlandes Albert Finney, eles dominam todo o submundo, lutas ilegais e a venda de bebidas na época da lei seca. Acontece que um capo italiano está em ascenção e começa a fazer oposição ao chefe atual.

A outra trama gira em torno de um triângulo amoroso entre os personagens de Byrne, Finey e Marcia Gay Harden, essa ameaça sim é que pode trazer o império de poder ao chão.



Ainda vemos no filme John Turturro, como irmão da personagem de Harden, um pilantra covarde, e ainda de quebra vemos Steve Buscemi, de BoardWalk Empire, como um figurão que também está envolvido com a máfia.

As duas tramas passam a se entrelaçar, culminando sempre em execuções na estrada que dá nome ao filme!

Vale muito a pena conferir o filme, se você está acompanhando a tão comentada BoardWalk Empire, confira o mais rápido que puder, como sempre no Brasil, o nome perde totalmente a a fidelidade ao original, aqui saiu com o nome de Ajuste Final, mas não se deixe enganar pelo nome de filme clichê. Ele ainda tem muitas cenas de ação, como a sequência do tiroteio dentro da casa de Finey, e as muitas reviravoltas no roteiro.



A assinatura de tom de comédia, típica dos Coen, fica por conta do desaparecimento da peruca de um corpo abandonado em um beco.

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Batendo papo na Masmorra # 12 - O que assistimos ultimamente...



Demorou!
Estamos de volta com mais um podcast.
E dessa vez recebemos uma Invasão Histórica aqui na Masmorra...
Neste bate papo informal, Angélica Hellish recebe Gabriel Toopera editor e podcaster do Visão Histórica, Pablo Lopes agregado oficial do Histórica e também do Bar do Nerd e Hugo Soares do Filmes com Legenda, Pauta Livre News e Capas Customizadas e conversaram sobre filmes como: Náufrago, Operário, Tropa de Elite 2, Reine Sobre Mim, Matadores de Velhinhas, Gente Grande, Amor Além da Vida, O Som do Coração, O Homem Bicentenário, Vá e Veja, Um Ato de Liberdade, Irmandade da Guerra, Glória Feita de Sangue, Trilogia Cubo e séries como: A Casa das Sete Mulheres, The Pacific e Band Of Brothers.
E mais: A HQ Leões de Bagdá, Cinema Brasileiro, Ancine, comédia e comediantes, Adam Sandler, Camiseta Spoiler( eu quero! ), Hugo entrando no meio do podcast...
Aqui tudo é liberado.Esse espaço é zuado, e é legal por isso!
Sempre uma boa recomendação.
E você, o que tem assistido ultimamente?Comenta aí.

Nosso email:contato.cinemasmorra@gmail.com
Twitter: @Masmorra_Cast


PARA OUVIR AQUI NO BLOG, CLIQUE NO PLAYER ABAIXO.SE QUISER FAZER DOWNLOAD, CLIQUE AQUI


Músicas tocadas no podcast:

Crazy Train – Ozzy Osbourne
Hey Joe - Jimi Hendrix
The Wizard – Blind Guardian
Ashes Are Burning (P.-1 e P.-2) Reinassence
Feelin’ Funckin! – The Mood Mosaic
Hush – Jeff Scott Soto & Mike Varney
Aqualung – Jethro Tull
Imaginary Traveler – Omar Farouk Tekbilek
Neon Knights – Black Sabbath
Comin’ Home – Kiss
While My Guitar – Beatles
Barracuda – Heart
Child In Time – Deep Purple
Touch And Go – Emerson, Lake and Powell
Piece Of My Heart – Janis Joplin
Come Out And Play – The Offspring
Surfing With The Alien – Joe Satriani

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Autor:Admin
Paranaense nascido nos anos 70, Eliazer Raizel � fundador do Templates para Blogger e residente em Londres - Inglaterra. Tamb�m � professor de Teologia pela Universidade JWBible College em Londres, Agente de Viagens e no tempo que sobra durante as muitas atividades � Blogueiro

7 comentários:

Comente aí! Nós agradecemos.

A forte ligação do cinema com a minha vida pessoal



Escrevo pouco sobre mim mesma aqui no blog.
E isso por que o bate papo, tanto no podcast quanto nos comentários é Cinema.
O Cinema é o foco principal.
E eu, como todos os participantes e colaboradores desse blog, somos apenas apaixonados e divulgadores de filmes ( muitos até desconhecidos ) e nos sentimos muito agradecidos pelas suas visitas à esse blog, seus comentários, à sua audiência dos nossos podcasts.Mesmo quando vocês esquecem de comentar, nós sabemos que estão aí.Mesmo quietinhos...haha
Hoje eu vou quebrar essa regra à que me impus.Vou falar de mim.
Há algum tempo atrás (alguns meses pra falar a verdade) na minha ( incansável ) busca sobre cinema estrangeiro, descobri um filme simpático, cuja sinopse me interessou bastante o Hanami - Cerejeiras em Flor ( Título Original: Cherry Blossoms / Kirschblüten - Hanami - 2008 ) .
Baixei, e ficou ali meio esquecido no HD.Até que num "hiato" entre podcasts, num sábado meio insone eu o vi, e pensei: "Oba agora sim, vou assistir.Vamos ver qual é a desse Hanami."
Antes de tudo preciso dizer que tenho uma curiosidade feroz sobre a cultura japonesa, suas lendas, suas danças seu modo de pensar e viver.
Pesquiso tudo que posso, mesmo no meio da vida corrida, trabalho MUITA edição...
( podcast dá trabalho negada!)
Lá estou eu, duas da manhã assistindo Hanami...
No começo do filme já uma má notícia ( é, ele começa já com prenúncio de coisas tristes à frente ) isso não me desanimou, gosto muito de histórias dramáticas.
Continuei assistindo e fui presenteada com uma das mais belas histórias de amor e redenção que já vi no cinema.Sem pieguice, sem final feliz.
Já falei em vários podcasts sobre Hanami - Cerejeiras em Flor, e não vou me alongar mais.
Só vou dizer: Assistam.
Se permitam à essa experiência.Vocês sairão com outro olhar sobre a vida, é o que lhes digo.
Bom, eu me senti assim.
Chorei muito, o filme me impactou muito.
E me trouxe de presente uma dança que nunca tinha visto na vida ( ai que vergonha! ) o Butô (clique aqui, tem um texto excelente e explicativo sobre essa dança) e fiquei completamente apaixonada.
Já conhecia ( só de ver na televisão, filmes, Youtube ) o teatro Kabuki (aqui também tem um texto legal, se quiser conhecer a evolução das danças japoneseas)tem até um filmaço do Zhang Yimou que fala sobre isso... opa, foco Angélica, foco!
Fiquei tão encantada com a dança Butô, seus movimentos tão expressivos, fortes! ( no filme Hanami isso é explicado para nós e para o protagonista ) me senti tão envolvida!
Saí em busca de uma academia (por aqui na Baixada Santista, onde moro ) de Butô, eu também queria me expressar, não sinto vergonha de dizer isso.
Não encontrei nada na Web.Frustação!
Fiquei lá com o sentimento e o desejo constante de um dia nessa vida ( se eu tivesse alguma sorte ) eu assistiria AO VIVO uma apresentação de Butô.
O tempo passou.Trabalho, vida, filha (linda) pra cuidar, casa, blog, podcast...
E me deparei com a notícia no jornal local: "Sesc Apresenta o espetáculo: Segredos da Humanidade com a companhia de dança Butô DAIRAKUDAKAN Temputenshiki
dias 03 e 04 de Novembro no Sesc Pinheiros - SP ( suspiro... ) e dia 06 no Sesc SANTOS ( coração bateu forte! ) agora é a minha vez!



Olha aí.
Tenho orgulho de poder usar esse espaço aqui para dizer que estou com os ingressos!
Vou com o querido Marcos Noriega, que sabe como eu me sinto à respeito dessa dança, e estou muito ansiosa e feliz.
Olho pra eles toda hora ( estão sendo bem protegidos pelo meu monje flautista...hehe)
É isso gente.
Peço desculpas, não costumo falar de mim.
Mas dessa vez me senti na obrigação de compartilhar.
Cinema tem dessas coisas, ensina muito pra vida.
Cinema é um presente.
Deixo aqui um abraço forte pra todos que aparecem aqui na Masmorra e ( porque não? ) o link aí, bonitinho pra ( quem sabe ) vocês receberem e sentirem um pouco da experiência que Hanami - Cerejeiras em Flor me trouxe.

Obrigada

Angélica

Hanami - Cerejeiras em Flor - Dir. Doris Dörrie (2008)

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Autor:Admin
Paranaense nascido nos anos 70, Eliazer Raizel � fundador do Templates para Blogger e residente em Londres - Inglaterra. Tamb�m � professor de Teologia pela Universidade JWBible College em Londres, Agente de Viagens e no tempo que sobra durante as muitas atividades � Blogueiro

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Traduzido por: © Templates para Blogger Gaming